Um satélite em órbita não está além do alcance da gravidade da Terra. Na verdade, a gravidade é o que o mantém lá – sem gravidade, ele voaria em um caminho reto. À medida que ele orbita, está sempre caindo, embora nunca chegue ao chão.
A velocidade de giro da Lua ao redor da Terra mantém-na em um movimento de queda infinito ao redor do planeta, por isso, o astro nunca atinge o solo terrestre. O movimento da Lua não encontra resistência no espaço, pois ocorre no vácuo, a velocidade é mantida e nosso satélite sempre se manterá em órbita.
Os satélites em órbita ao redor da Terra não colidem uns com os outros porque estão localizados em diferentes altitudes e trajetórias orbitais. Cada satélite tem uma órbita específica que o permite manter uma distância segura de outros satélites no espaço.
A maioria dos satélites que reentram na atmosfera queima completamente, mas os maiores podem manter sua estrutura e atingir o solo. Caso isso aconteça na sua casa, você pode ter direito a uma indenização milionária, podendo alcançar valores de até R$ 74 milhões.
As órbitas geoestacionárias a 36.000 km do equador são as mais conhecidas para os inúmeros satélites utilizados para vários tipos de telecomunicações, incluindo a televisão. Os sinais destes satélites podem ser enviados para todo o mundo.
Satélite que caiu no Maranhão, veja como é um satélite de vardade.
Em que altura ficam os satélites?
Os satélites de órbita terrestre baixa estão se movendo a uma altitude de aproximadamente 160 a 1.500 quilômetros acima da superfície da Terra. Os satélites têm um período orbital curto, entre 90 e 120 minutos, o que significa que diferentes tipos de satélites podem viajar ao redor do planeta até 16 vezes por dia.
Lua é sinônimo de satélite natural ou planeta secundário. Trata-se de um corpo celeste que gira em torno de um planeta principal e não em torno de uma estrela.
O primeiro satélite do quarteto Cluster da Agência Espacial Europeia (ESA) caiu na Terra neste domingo (8), às 15h47 (horário de Brasília), na região do Oceano Pacífico Sul.
O que aconteceria se os satélites fossem desligados?
O primeiro grande efeito que sentiríamos seria no mundo das comunicações. Nossa capacidade de nos comunicar com outras pessoas, nosso compartilhamento de informações e as transações que fazemos – tudo isso seria imediatamente derrubado.
Satélites geoestacionários para comunicação, por exemplo, podem chegar a 15 anos em funcionamento. Já os satélites em baixa órbita, mais próximos da superfície terrestre, costumam durar menos. Isso porque o arrasto atmosférico é maior e, para compensar, eles precisam de mais energia.
O portal de dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informa que atualmente há 52 satélites em operação comercial no país. Desses, apenas um é operado pela SpaceX, empresa da qual a Starlink faz parte.
Mas como a ISS está voando há tanto tempo sem cair na Terra? A resposta é relativamente é simples: ela está constantemente caindo. Ela segue a mesma trajetória da Terra, criando um equilíbrio entre a força centrípeta e a força da gravidade.
A gravidade é uma força de atração, que puxa corpos com massa um em direção ao outro. É a força da gravidade que nos faz voltar ao chão após pular, pois nosso corpo e a Terra se atraem, ou seja, é esta a força que não nos permite sair voando por aí.
Um satélite em órbita não está além do alcance da gravidade da Terra. Na verdade, a gravidade é o que o mantém lá – sem gravidade, ele voaria em um caminho reto. À medida que ele orbita, está sempre caindo, embora nunca chegue ao chão.
A velocidade da Lua é tangencial à sua trajetória ao redor da Terra e, sendo assim, ela está em uma espécie de movimento de queda perpétuo e nunca atingirá a superfície terrestre.
O sistema de localização mais utilizado no mundo é o desenvolvido pelos Estados Unidos, e controlado pelo departamento de defesa desse país: o Navstar GPS, um sistema de navegação e posicionamento desenvolvido pelos estadunidenses para fins inicialmente militares.
Caso isso aconteça na sua casa, você pode ter direito a uma indenização milionária, podendo alcançar valores de até R$ 74 milhões. Essa compensação dependerá do país ou da empresa responsável pelo satélite.
As atividades de socorro parariam, muitas fábricas deixariam de funcionar, centenas de milhões de motoristas usuários da tecnologia GPS se perderiam, não poderiam ser feitas muitas operações em mercados financeiros e a defesa da maioria dos países ficaria completamente vulnerável.
O controle do satélite é partilhado entre Brasil e China. A cada 10 meses, o controle passa de um país para outro. Isso se refere ao controle de manobras e outras atividades de rotina do satélite.
As estrelas têm um brilho constante e cintilante, causado pela turbulência na atmosfera terrestre. Já os planetas brilham, mas não são cintilantes, são mais apagados. E por fim, os satélites têm brilho variável, podendo piscar ou desaparecer momentaneamente.
As imagens de satélite em tempo real são fruto dos avanços tecnológicos dos últimos anos na área de sensoriamento remoto. Todos os dias os satélites captam uma grande quantidade de imagens nas mais diversas resoluções, algumas com até 30 cm por pixel.
Essas observações restringiram a espessura da crosta, manto e núcleo da lua, sugerindo que não poderia ser oca. A opinião científica dominante sobre a estrutura interna da Lua apoia esmagadoramente uma estrutura interna sólida com uma crosta fina, um manto extenso e um pequeno núcleo mais denso.
A Lua não possui atmosfera, então as temperaturas variam de -184 graus Celsius durante à noite a 214 graus Celsius durante o dia, com exceção dos pólos onde a temperatura é constantemente -96 graus Celsius.