O famoso grito de guerra dos espartanos é o "Moloch! Moloch!", que significa "Por Esparta!" ou "Para Esparta!". Esse grito foi imortalizado na cultura popular, especialmente no filme 300, inspirado na batalha das Termópilas, onde os espartanos, liderados pelo rei Leônidas, enfrentaram o exército persa.
Segundo o historiador Heródoto, o lema dos espartanos era “não fugir do campo de batalha diante de qualquer número de inimigos, mas permanecer firmes em seus postos e neles vencer ou morrer”.
Em choque, os espartanos veem os tebanos aniquilando seu exército pelos flancos. De acordo com Diodoro, 4 mil espartanos são mortos na batalha, enquanto os tebanos perdem apenas 300. Esparta entra em colapso depois dessa batalha.
Não acreditavam numa morada celestial para os mortos. Esta morada celestial reservava-se apenas a alguns grandes homens, por conta de seus destacados feitos. Um belo exemplo é o guerreiro Aquiles, que se eterniza no panteão grego como herói.
Em Esparta, uma sociedade guerreira, os casais de amantes homens eram incentivados como parte do treinamento e da disciplina militar. Essas práticas dariam coesão às tropas. Em Tebas, colônia espartana, existia o Pelotão Sagrado de Tebas, tropa de elite composta unicamente de casais homossexuais.
Molon labe (em grego clássico: μολὼν λαβέ molṑn labé, literalmente "vem e toma" [de mim]) é uma expressão lacônica de desafio que teria sido dita pelo rei Leônidas I em resposta à exigência do exército do Império Aquemênida para que os espartanos entregassem suas armas na Batalha de Termópilas.
Eles eram guerreiros por excelência, criados desde a infância para suportar terríveis sofrimentos e dificuldades. A personalidade espartana é perfeitamente resumida nos contos sobre a Batalha das Termópilas, em 480 a.C.
O famoso grito de guerra dos espartanos é o "Moloch! Moloch!", que significa "Por Esparta!" ou "Para Esparta!". Esse grito foi imortalizado na cultura popular, especialmente no filme 300, inspirado na batalha das Termópilas, onde os espartanos, liderados pelo rei Leônidas, enfrentaram o exército persa.
Ao recusar se render ao povo persa, sob a ameaça do mensageiro de Xerxes, o Rei de Esparta demonstra coragem. E não só isso, como também demonstra determinação, mesmo ao saber que seria uma batalha perdida, pelo fato de seus inimigos serem inúmeros.
Na verdade, não exatamente. Eram 300 soldados espartanos lutando na guerra, porém, eles contavam com ajuda. Esparta havia feito inúmeras alianças com outras cidades-estados gregas, que agregaram muitos guerreiros à batalha. Estima-se que por volta de 7 mil gregos tenham participado do combate.
Talvez cê tenha pensado que é algum tipo de grito de guerra, mas na verdade o nosso AU, A, H, U significa um convite aos homens pra um novo nível de Amor, HONRA unidade. Então sempre que você ouviu um legendário falando AU lembre-se disso, amor, honra e unidade.
Sua mãe e irmã mais velha morreram antes de o artista completar 14 anos. Seu pai morreu 12 anos depois, e outra irmã foi internada com transtorno bipolar. "Desde que me lembro, tenho sofrido de um profundo sentimento de ansiedade que tentei expressar em minha arte", escreveu Munch.
AHU - Amor, Honra e Unidade. Esse é o lema dos Legendários, que aprendi e pretendo continuar aplicando em prol de Santa Rosa: AMANDO nossa cidade, HONRANDO cada eleitor e cidadão santarosense, e agindo com UNIDADE em benefício da nossa comunidade.
A religião espartana era a mesma praticada em outras pólis na Antiguidade. Os espartanos acreditavam nos deuses gregos, nos olímpicos e naqueles que não residiam no Monte Olimpo. Eram politeístas e realizavam importantes festivais para homenagear os seus deuses.
Na Grécia e na Roma da Antiguidade, era absolutamente normal um homem mais velho ter relações sexuais com um mais jovem. O filósofo grego Sócrates (469-399), adepto do amor homossexual, pregava que o amor entre iguais era a melhor forma de inspiração e o sexo heterossexual, por sua vez, servia apenas para procriar.
Efialtes (em grego Ἐφιάλτης, Efiáltes, embora Heródoto o grafe como Ἐπιάλτης, Epiáltes) foi um grego, filho de Euridemo de Malis, célebre por trair o rei espartano Leónidas em 480 a.C., ajudando o rei persa Xerxes I a encontrar um caminho alternativo no desfiladeiro das Termópilas.
Desconhecedores da rotação da Terra, os gregos imaginaram que a esfera celeste girava em torno de um eixo passando pela Terra. Observaram que todas as estrelas giram em torno de um ponto fixo no céu e consideraram esse ponto como uma das extremidades do eixo de rotação da esfera celeste.
De acordo com os registros históricos, Dario foi acusado formalmente de ter assassinado o soberano da Pérsia. Ele queria assumir o Império Aquemênida, um dos mais poderosos da Antiguidade, mas acabou levando uma rasteira do próprio irmão.
A cabeça de Leônidas foi cortada e empalada e o seu corpo, crucificado. Assim que venceram nas Termópilas os persas invadiram Atenas, e em um mês houve a batalha marítima de Salamina. Quando resolveram voltar, os espartanos restantes formaram o corpo principal do exército grego.