Quanto às ligações C-C, a multiplicidade (tripla, dupla e simples) interfere tanto no comprimento de ligação, quanto na energia. Quanto mais curta a ligação, mais difícil de quebrar em seus radicais respectivos.
As três forças intermoleculares conhecidas são: dipolo induzido – dipolo induzido, dipolo permanente – dipolo permanente e ligação de hidrogênio. Entre elas, a ligação de hidrogênio é a mais forte.
A força intermolecular do tipo dipolo induzido é a mais fraca entre as interações de duas ou mais moléculas. Elas também podem ser chamadas de forças de London e são as mais comuns quando se trata de compostos covalentes apolares.
A ligação covalente é formada por meio do compartilhamento de elétrons de valência de dois átomos. O compartilhamento se justifica porque dá origem a uma força atrativa entre os núcleos, garantindo maior estabilidade. Representação do compartilhamento dos elétrons de valência do hidrogênio para formação do H2.
PORQUE A LIGAÇÃO TRIPLA É MAIS FORTE, SE ELA QUEBRA MAIS FÁCIL???
Qual é a ligação mais forte Sigma ou Pi?
- Ligação σ: formada pela sobreposição frontal de dois orbitais p. - Ligação π: formada pela sobreposição lateral de dois orbitais p. Uma ligação σ é mais forte que uma ligação π.
Isso porque, pelas regras de estabilidade atômica (como a 0,), os metais costumam formar cátions, enquanto os ametais costumam forma ânions. Essa característica antagônica é que permite a formação da ligação iônica.
Uma ligação π é mais fraca que uma ligação σ. Quanto maior a densidade de elétrons na região de sobreposição dos orbitais, mais forte a ligação. Quanto maior o caráter s, mais curta e mais forte a ligação. Quanto maior o caráter s, maior é o ângulo de ligação.
Existem três tipos de ligações: covalentes, metálicas e iônicas. Os átomos buscam, ao realizar uma ligação química, estabilizar-se eletronicamente. Esse processo é explicado pela teoria do octeto, que dita que cada átomo, para alcançar estabilidade, precisa ter em sua camada de valência oito elétrons.
Os elétrons doados e recebidos são sempre os da camada de valência, que, por ser a camada mais externa, é a que sofre menos atração pelo núcleo atômico. Por causa dessa harmonia é que a ligação iônica é considerada uma ligação forte.
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Isso pode ser explicado pela repulsão dos elétrons ligantes: é certo de que uma ligação tripla é mais forte que uma dupla que, por sua vez, é mais forte que uma ligação simples. Porém, quanto mais elétrons são envolvidos maior será a força de repulsão entre eles.
Como o cloro possui 6 elétrons na camada de valência, então, possui três pares de elétrons não ligantes e pode realizar até 3 ligações covalentes dativas.
A ligação metálica é aquela formada exclusivamente por átomos metálicos (do mesmo elemento ou de elementos diferentes). Estes átomos apresentam de um a três elétrons livres na camada de valência, que se encontram afastados do núcleo.
Alguns exemplos de ligas metálicas são: aço (ferro + carbono), bronze (cobre + estanho), latão (cobre + zinco), ouro 18k (ouro + prata + cobre), entre outras. Além dos elevados pontos de fusão e de ebulição, as ligações metálicas também apresentam uma densidade maior do que outros tipos de ligações químicas.
CO2: O dióxido de carbono (CO2) é composto por um átomo de carbono (C) ligado a dois átomos de oxigênio (O). Cada átomo de oxigênio compartilha dois pares de elétrons com o átomo de carbono para formar uma ligação dupla. A representação da ligação covalente no CO2 seria: O=C=O. 2.
Na ligação iônica, um dos átomos é obrigatoriamente um metal, e o outro, um ametal ou o hidrogênio. Os princípios que fundamentam uma ligação iônica são apenas dois: a perda de elétrons por um átomo (de caráter metálico elevado) e o ganho desses elétrons por outro átomo (de caráter ametálico elevado).
Um dos orbitais (eixo horizontal) incompletos realiza a ligação sigma (σ), que ocorre com a interpenetração de orbitais no mesmo eixo. No outro orbital (eixo vertical) de cada oxigênio, ocorre a interpenetração no eixo paralelo, o que caracteriza a ligação pi (π).