Quando estamos doentes, especialmente com infecções ou inflamações, é aconselhável evitar o treinamento. Isso porque, durante o exercício físico, algumas substâncias inflamatórias são liberadas, agravando o estado já comprometido do sistema imunológico.
“Ao treinar assim, você pode atrapalhar o seu sistema imunológico a combater a infecção. Com isso, ela pode se complicar e se espalhar. Uma preocupação grande que nós médicos temos, principalmente na era COVID, é com a miocardite, uma infecção que pode se instalar no músculo do coração durante uma gripe mais forte.
Treinar doente acaba não sendo uma boa ideia, principalmente a intensidade elevada pois os treinos com alta intensidade demandam uma alta recuperação do organismo depois da sessão de treino, e por seu organismo já está debilitado ele precisará cuidar de dois pontos de atenção, que é a sua musculatura que precisa se ...
Em que situações a atividade física não é recomendada?
Evite a prática se estiver com crise de asma, especialmente aquelas de maior intensidade, e em dias frios e secos. Você deve lembrar que o sono adequado e a alimentação adequada e saudável também são importantes para a prática de atividade física.
Quando os exercícios podem ser prejudiciais à saúde?
A alta intensidade e o tempo de recuperação muscular e cardiovascular insuficientes podem ser prejudiciais ao sistema cardiovascular, à imunidade, provocar lesões musculares, articulares e tendinites”, completa o médico.
Quando estamos doentes, especialmente com infecções ou inflamações, é aconselhável evitar o treinamento. Isso porque, durante o exercício físico, algumas substâncias inflamatórias são liberadas, agravando o estado já comprometido do sistema imunológico.
Como a atividade física proporciona um aumento no gasto calórico tanto durante o exercício quanto nas horas seguintes ao treino - pois o organismo precisa de muita energia para recuperar os danos causados pelo esforço -, três a sete dias de atividade por semana podem ajudar a conseguir bons resultados na balança.
Dor muscular constante e dificuldade de recuperação
Com o overtraining, a pessoa tende a ter maior dificuldade de recuperação muscular após o treino. Ela pode sofrer com a sensação de músculos pesados, rígidos e até doloridos.
— Caso os sintomas estejam acima dele, fazer o exercício é seguro. O especialista se refere à congestão nasal e dor de cabeça fraca, por exemplo, afirmando que, nesses casos, atividades físicas leves não afetarão o resfriado.
Em geral, é recomendado evitar exercícios físicos intensos quando se está doente, especialmente com uma infecção que afeta a garganta e o sistema imunológico. O exercício intenso pode colocar mais estresse no corpo, enfraquecer o sistema imunológico e prolongar a recuperação.
Seus primeiros sinais costumam ser coceira no nariz ou irritação na garganta, os quais são seguidos após algumas horas por espirros e secreções nasais. A congestão nasal também é comum nos resfriados, porém, ao contrário da gripe, a maioria dos adultos e crianças não apresenta febre ou apenas febre baixa.
Uma vida sedentária pode também causar diabetes, agravar doenças das articulações, dos músculos e da coluna, além de constituir um fator de risco para a obesidade, complicações psicológicas como ansiedade e até alguns tipos de câncer.
O que acontece com o corpo uma semana sem treinar?
Ficar uma semana sem treinar, não é suficiente para induzir redução significativa na massa muscular. Período mais longos sem treinamento, irão reduzir a massa muscular, mas que são recuperados mais rapidamente do que o tempo inicial que levou para ganhar.
Uma pesquisa com 29 países realizada pela Ipsos mostra que o Brasil tem a adesão mais baixa à prática de atividades físicas, três horas por semana, em média, metade da média global que é de seis horas por semana.
Pode treinar cinco dias e descansar dois? "Treinar cinco dias com dois dias de descanso pode ser eficaz desde que o programa de treinamento seja bem planejado. A periodização permite ajustar volume e intensidade, o que assegura tempo suficiente para a recuperação e adaptação muscular", finalizou Giuliano Esperança.
É melhor malhar todos os dias ou 3 vezes na semana?
O principal autor do estudo, o professor Ken Nosaka, afirma que os resultados mostram o “ponto de inflexão” para obter benefícios significativos com os exercícios. “Esses novos resultados sugerem que pelo menos três dias por semana são necessários, pelo menos para o treinamento de contração excêntrica de três segundos.
"Priorize um grupamento muscular por dia. O corpo durante o treino aumentará o fluxo sanguíneo nesse determinado músculo, sangue esse responsável por levar oxigênio, nutrientes e retirar os metabolitos do músculo. Assim, reduz a fadiga, aumenta a força e melhora a contração muscular", esclarece o profissional.
Qual é o músculo que cresce mais rápido e qual músculo demora mais para crescer? Segundo Milena Chalegre, é preciso avaliar o fator genético de cada pessoa. No entanto, um músculo que se desenvolve facilmente é o quadríceps - parte da frente da coxa.
Posso ir para academia e treinar em jejum? Treinar em jejum pode até acelerar a queima de gordura, entretanto, ainda não existem estudos que comprovem que esta prática seja realmente indicada. Ou seja, ir para academia de jejum não é uma indicação unânime e para muita gente pode nem ser a mais recomendada.
Portanto, não vale a pena fazer exercícios físicos quando se está extremamente cansado, mas se você fizer, também vai dormir melhor e obter mais benefícios da prática de atividade física. Então o que fazer? Use o bom senso, disse Zee. “Se você não está dormindo bem, não faça aquele treino intenso.
Em alguns casos a prática é totalmente contraindicada, como quando há problemas graves de hipertensão, doença cardíaca, pré-eclâmpsia e histórico de abortos espontâneos.
- Perda de condicionamento físico com perda de força e resistência; - Dor muscular persistente; - Sensação de fadiga crônica; - Elevação significativa da frequência cardíaca em repouso (este é um sinal bem típico);
Cansaço constante, dificuldades para dormir e lesões frequentes são sintomas do overtraining, quando o corpo faz mais exercícios do que o organismo é capaz de recuperar[1]. Pesquisas mostram que de 10% a 20% dos atletas de elite sofrem com a “Síndrome do Overtraining”.