Jovem Nietzsche Também foi amigo pessoal de Richard Wagner, por quem tinha grande admiração. Em 1871 lança sua primeira obra, O Nascimento da Tragédia, ainda sob influência da música de Wagner e da filosofia pessimista de Schopenhauer, com os quais depois virá a romper.
Nietzsche defendia a inexistência em vários sentidos: de Deus, da alma e do sentido da vida. Para ele, o ser humano deveria abandonar as muletas metafísicas, a chamada morte dos ídolos. O filósofo se opunha aos dogmas da sociedade, principalmente ao defender que a verdade era uma ilusão.
Lou Andreas Salomé, caso singular e que permanece litigioso. Essa criatura inteligente e ambiciosa teve a habilidade de se apropriar de Nietzsche sem para isso fazer dispêndios de coração.
O super-homem é aquele que está para além do homem, desvinculado de leis castradoras, tradições e costumes asceticamente sacerdotais; ele é o ser alegre, são, forte e criador de novos valores; é aquele que não se furta...
Para Nietzsche, o último homem é o homem do niilismo. Incapaz de sair de seu amesquinhamento e desprezar a sua própria condição. O último homem é a representação do homem que, estando em conflito com a crise dos valores vigentes na sociedade, não cria e não nega qualquer valor.
A sentença "Deus está morto" significa: o mundo supra-sensível está sem força de atuação. Ele não fomenta mais vida alguma. A metafísica, isso significa para Nietzsche a filosofia ocidental entendida como Platonismo, está no fim.
Segundo ele, a crença em mundos ideais reprime os instintos vitais mais essenciais do ser humano. A frase “Deus está morto!” é um dos seus pensamentos mais citados e menos compreendidos. Após viajar bastante e viver com uma saúde debilitada, Friedrich Nietzsche faleceu em Weimar, na Alemanha, com apenas 56 anos.
Aos 44 anos, após sofrer um colapso em Turim, o filósofo Friedrich Nietzsche recebeu o diagnóstico médico de neurossífilis. Devido à ausência de autópsia em seu corpo, tal diagnóstico médico vem sendo questionado historicamente. Realizou-se a revisão da literatura disponível sobre o diagnóstico médico de Nietzsche.
Nietzsche negou Deus o tempo todo em suas obras, em contrapartida viveu o tempo todo entranhado na metafísica, ele era inegavelmente um religioso. Há um chocante paradoxo nessa afirmativa, já que a maioria dos nietzschianos considera a religião simples sobrevivência histórica e cultural.
Segundo essa lógica, Nietzsche teria sofrido com a sífilis no final da vida, o que desencadeou a demência e a destruição do seu cérebro. O filósofo morreu em 25 de agosto de 1900. Vale lembrar que os preços e a quantidade disponível dos produtos condizem com os da data da publicação deste post.
Sabendo que Nietzsche não teve filhos (e quase não teve vida sexual), abstenho-me de incomodar seus netos no segundo andar. Percorrendo algumas localidades em volta do golfo de Gênova -Rapallo, Sta.
- "Frederich Nietzsche personifica o individualismo em seus últimos excessos, mas com uma energia e uma certa grandeza que muito o eleva acima dos habituais diletantes do eu. Possui todos os defeitos do orgulho, mas também a sua qualidade suprema: o desprezo da popularidade.
Ele não está ligado a nenhum dogma insolente que se enfeitou com seu nome, não necessita da doutrina de um Deus pessoal, nem da culpa, nem da imortalidade, nem da redenção, nem da fé, ele simplesmente não tem necessidade de qualquer metafísica, menos ainda do ascetismo, menos ainda de uma 'ciência natural' cristã.
Para Nietzsche, essa é a experiência do amor sexual, onde se revela “mais claramente como ânsia de propriedade: o amante quer a posse incondicional e única da pessoa desejada, quer poder ser amado unicamente, habitando e dominando a outra alma como alho supremo e absolutamente desejável” (FW/GC, 14, KSA 3.386).
Reza a lenda que Nietzsche, em uma manhã de inverno de 1889, em Turim, avistou um camponês espancando brutalmente seu pobre cavalo. Compadecido, o filósofo atirou-se sobre o homem, espantando-o aos berros, em socorro do animal. Abraçou o pescoço do cavalo e começou a chorar compulsivamente até desmaiar.
Seu estilo de vida consistia em visitas diárias à sala de leitura do British Museum, onde ficava das nove da manhã às sete da noite, quando o museu fechava. Essa atividade era seguida de longas horas de caminhada noturna em que fumava incessantemente, hábito que afetou sua saúde de modo permanente.
O ateísmo proposto por Nietzsche supomos mais profundo e mais radical do que o ateísmo dos modernos e dos iluministas, precursores das ciências positivas do século XIX. Nietzsche se dirigiria, portanto, aos cientis- tas, pois ele estaria então além desse suposto ateísmo científico.
A solidão é uma condição de possibilidade para a superação da decadência, uma forma de afirmação de si que ultrapassa a moralidade consolidada nas bases reativas do rebanho. Abstract: The objective of this dissertation is to analyze the importance of solitude in Nietzsche's philosophy and its dimensions.
As últimas palavras do alemão teriam sido, segundo Tarr: "Mutter, Ich bin Dumm", ou algo como "Mãe, eu sou um idiota". Não encontrei qualquer outra fonte, na internet, que confirmasse essa frase.
Nietzsche considera Jesus um decadente, porém, sua decadência é modelar para o cristianismo e para a civilização ocidental, à medida que Jesus não engendrou dispositivos de manutenção e disseminação da degeneração fisiológica que o acometia.
Nietzsche defende uma filosofia que não contraria os instintos naturais, a necessidade de expansão. Utilizando-se da “compaixão” e da abnegação, controla a elevação do poder do forte – e, em contrapartida, alimenta a fraqueza: “o cristianismo é a compaixão ativa por todos os malogrados e fracos”.
Aos 44 anos, após sofrer um colapso em Turim, o filósofo Friedrich Nietzsche recebeu o diagnóstico médico de neurossífilis. Devido à ausência de autópsia em seu corpo, tal diagnóstico médico vem sendo questionado historicamente. Realizou-se a revisão da literatura disponível sobre o diagnóstico médico de Nietzsche.