É possível ter NIC 2 ou NIC 3 e não ter HPV? Não, NIC 2 / NIC 3 são as chamadas lesões de alto grau e são 100% das vezes relacionadas à presença do vírus. O que pode ocorrer em alguns casos é a mulher apresentar uma lesão e ter uma pesquisa de HPV negativa.
Lesões subclínicas são aquelas que não são possíveis se observar a olho nu, como por exemplos os NIC 1, 2 e 3 no colo do útero, diferente das lesões verrucosas facilmente percebidas pela(o) paciente e o médico, as quais são altamente contagiosas.
NIC é a sigla para neoplasia intraepitelial cervical. Vale lembrar que o papilomavírus humano é transmitido na relação sexual, mas não necessariamente por meio da penetração, já que o contato pele a pele, entre os genitais, também é capaz de propiciar o contágio.
Todas as mulheres com lesões de alto grau (NIC 2 ou NIC 3) devem ser tratadas com crioterapia ou CAF. Deve-se cumprir rigorosamente os protocolos de conduta e as pacientes devem marcar uma consulta de seguimento 9 a 12 meses depois do tratamento (ver capítulos 12 e 13).
A duração média da infecção por HPV ou o intervalo médio entre o seu diagnóstico e o da NIC 1 foi de 4,7 anos, ao passo que para a NIC 2 foi de 4,3 anos.
Nic 2: neoplasia intraepitelial cervical grau 2 = neoplasia do Colo do útero
Qual tipo de HPV causa NIC 2?
Qual tipo de HPV causa NIC
Entre eles, os subtipos 16 e 18 do HPV são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero. Contudo, até mesmo os HPV de baixo grau podem causar o desenvolvimento de NIC, embora seja menos frequente.
Como tenho HPV se o meu marido não tem? É possível, sim, uma mulher ter HPV mesmo que o seu parceiro não apresente a infecção. Isso pode acontecer tanto por causa das características do vírus quanto pela forma como o HPV é transmitido.
As lesões ditas de alto grau, NIC 2 e NIC 3, são precursoras do câncer de colo do útero. Após este diagnóstico, é indicado de avaliação do colo uterino com exame de colposcopia e biópsia. Posteriormente, se define a necessidade de tratamento cirúrgico.
Não existe tratamento para vírus HPV , o que tratamos são as lesões que ele causa na vagina, vulva , colo do útero e ânus. Geralmente são lesões na forma de verrugas (chamados condilomas) ou lesões precursoras do câncer do colo útero chamadas neoplasias intra-epitelial cervical (NIC).
As taxas de regressão de NIC 2 encontradas na amostra foram elevadas, especialmente nas mulheres com ≤24 anos. A probabilidade em 24 meses de regressão das mulheres ≤30 anos foi de 76,1%.
Em geral, a cirurgia de alta frequência é indicada para todos os casos de lesão de alto grau no colo uterino, ou seja, NIC 2 e NIC 3, lesão pré-malignas no colo uterino.
O principal sintoma de HPV é a presença de verrugas irregulares de tamanhos variáveis na região genital do homem e da mulher, que também podem aparecer na boca ou na garganta. Eventualmente, o paciente ainda pode sentir coceira e ardência no local.
As neoplasias intraepiteliais cervicais de alto grau (HSIL/NIC 2/3) são lesões induzidas por papilomavírus humanos (HPV), no curso de infecções persistentes, pre- dominantemente por subtipos de HPV de alto risco (hr HPV) – 16 e 18 (que estão presentes em 50% a 60% das lesões de alto grau e em 70% das lesões invasivas) ...
A neoplasia intraepitelial cervical tipo II (NIC II) é uma lesão pré-invasiva que regride na maioria dos casos e raramente progride para câncer. Atinge cerca de 1,5/1000 mulheres nos países desenvolvidos, afetando sobretudo aquelas com idade entre 25-29 anos.
Afinal, o vírus é transmitido por contato íntimo da pele ou de mucosas com a região infectada, ou seja, se houver contato íntimo mesmo sem ter relação pode ocorrer a transmissão.
Moderada – cerca de dois terços do colo do útero foi afetado na NIC Grau II (NIC II). Talvez você precise fazer uma cirurgia para retirar as células anormais. Grave –– neste caso, todo o colo do útero tem lesões que podem evoluir para um câncer.
Mesmo após o tratamento, há possibilidade de a pessoa voltar a desenvolver novas verrugas do HPV. Por isso, é indicado que sejam adotadas ações que melhorem a imunidade, como ter hábitos saudáveis (por exemplo, ter uma boa alimentação e não fumar), evitar o estresse e, se possível, se vacinar contra o HPV.
No caso de diagnósticos histológicos de NIC 2, a conduta expectante é recomendável por até 24 meses, com acompanhamento semestral de citologia e colposcopia. Se indicado o tratamento após esta data, o tratamento poderá ser excisional, evitando-se retiradas profundas desnecessárias, ou destrutivo.
Na ausência de tratamento, o tempo mediano entre a detecção de uma displasia leve (HPV, NIC I) e o desenvolvimento de carcinoma in situ é de 58 meses, enquanto para as displasias moderadas (NIC II) esse tempo é de 38 meses e, nas displasias graves (NIC III), de 12 meses.
As lesões subclínicas (NIC 1, NIC 2, NIC 3, AIS) não causam qualquer sintoma. Queixas como sangramento durante a relação sexual, dor e corrimento com cheiro desagradável só ocorrem quando a lesão no útero já evoluiu para um câncer.
Quem fez a CAF está curada? Em primeiro lugar, lembramos que são altíssimas as chances de cura após a cirurgia de alta frequência, pois é considerada um procedimento muito eficiente. Então, existe sim a chance de cura. No entanto, os médicos não descartam a possibilidade de uma recorrência da lesão.
Se você sabe que tem HPV porque tem verrugas genitais ou porque é positivo para HPV, é importante sempre usar preservativos em todas as relações sexuais e durante toda relação. Embora isso não ofereça proteção total, diminui o risco.
Testes como o Papanicolau (também conhecido como citologia cervical) são essenciais para detectar precocemente alterações nas células cervicais relacionadas ao HPV.
Vale lembrar que casos não diagnosticados e que evoluem para câncer avançado podem apresentar emagrecimento, dor durante as relações sexuais, sangramento vaginal anormal, corrimento com odor forte ou sangue na urina.