Não existe nenhuma lei que proíbe um psicólogo de atender pessoas da família, porém os profissionais da área contam com um código de ética que estabelece, entre outras coisas, que os profissionais não devem ter vínculos com os pacientes atendidos.
As abordagens trabalham esta situação de forma particular, porém todas estão sujeitas ao Código de Ética Profissional do Psicólogo. Essa sua dúvida é muito comum entre os pacientes e sim, os profissionais podem atender dois familiares, desde que ele tenha muito cuidado em manter o sigilo de informações.
Um psicólogo pode atender pessoas da mesma família?
Art. 6º À psicóloga e ao psicólogo psicoterapeutas, é vedado atuar como perito ou assistente técnico de pessoa por ela e por ele atendida, atual ou anteriormente, bem como de familiar ou terceiro vinculado ao atendido.
Este atendimento em conjunto esta previsto em Terapia de casal, mas é importante que a decisão leve em conta a ética e o sigilo, pois dentro do código de ética não é permitido atendimento a mais de uma pessoa da mesma família individualmente. Em princípio, não é recomendável. A não ser que o objetivo seja o casal.
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Por que psicólogo não pode atender familiares?
Por que psicólogo não pode atender pessoas da família? Apesar dessa decisão ficar a cargo de cada profissional, há um consenso de que atender familiares e amigos impede o desenvolvimento do processo terapêutico, ao inibir um importante princípio da profissão: a imparcialidade.
Porque o psicólogo não pode ser amigo do paciente?
A amizade entre ambos interferiria no processo e não seria saudável. Olá, o psicoterapeuta e o paciente precisam ter uma relação estritamente profissional. A amizade gera sentimentos e emoções que podem interferir na escuta e na analise de cada detalhe da terapia, podendo deste modo, acabar com processo terapêutico.
Art. 18 – O psicólogo não divulgará, ensinará, cederá, emprestará ou venderá a leigos instrumentos e técnicas psicológicas que permitam ou facilitem o exercício ilegal da profissão.
-Quando há suspeita de risco à vida do paciente ou de terceiros. -Quando há violência doméstica em curso, negligência ou abuso de incapazes. Fora isso pode ficar tranquila que tudo que você falar ficará em segredo, e se você não confiar ir ao um profissional de sua cidade procure um psicólogo online.
Até por questões pessoais, o psicólogo pode se recusar a te atender, também te indicando para outro profissional. O sigilo nada mais é do que a obrigação que o psicólogo tem em preservar tudo o que é dito pelo paciente no atendimento. Segundo o Art. 6 do Código de Ética Profissional do Psicólogo (p.
§ 1º Constitui função privativa do Psicólogo a utilização de métodos e técnicas psicológicas com os seguintes objetivos: a) diagnóstico psicológico; b) orientação e seleção profissional; c) orientação psicopedagógica; d) solução de problemas de ajustamento.
O psicólogo deve proteger as informações do paciente e evitar qualquer ação que possa expor ou comprometer sua privacidade. Seguir um paciente no Instagram, por exemplo, pode dar a entender que há um vínculo fora do ambiente terapêutico, o que pode gerar desconforto ou interpretações equivocadas.
É um processo que inclui estranhamento, reconhecimento, identificação, experiência, interação e internalização dessas experiências e por último a significação destas relações.
Quando o psicólogo não quer mais atender o paciente?
Quando o psicólogo decide desistir do seu caso, é importante lembrar que isso não significa que você seja um mau paciente ou que o psicólogo não seja um bom profissional. Simplesmente significa que a terapia não está funcionando como esperado e é necessário buscar uma abordagem diferente.
Porque psicólogo não pode atender pessoas da mesma família?
Um psicólogo não pode atender amigos e parentes pois o princípio da psicoterapia é a imparcialidade. O profissional deve manter seu olhar estrangeiro ,além disso, o fato de ser conhecido certamente interferirá no processo terapêutico, e é uma infração ética..
Em caso de dúvidas, o psicólogo deve sempre optar pela cautela e evitar o abraço. É importante priorizar o bem-estar do paciente e garantir que o ambiente terapêutico seja seguro e acolhedor. Lembre-se: O relacionamento entre psicólogo e paciente é baseado na confiança e no respeito mútuo.
Falar que está se sentindo mal em atender este tipo de caso. Falar coisas que sugiram intimidade maior do que o momento profissional propõe. Cuidado ao tratar de questões financeiras. Falar mal das pessoas que fazem parte da vida do paciente.
Ou seja, ao contrário do que muitos pensam, não há restrições quanto ao atendimento de parentes. Na psicologia, a mesma coisa: o código de ética não proíbe claramente o atendimento de parentes.
Em quais situações o psicólogo pode quebrar o sigilo?
Por exemplo, quando as informações indicam haver risco para a pessoa atendida ou para outras pessoas. Nestes casos, o psicólogo poderá decidir pela quebra do sigilo, baseando sua decisão na busca do menor prejuízo.
Em que situação um psicólogo comete infração ao código de ética?
intervir na prestação de serviços psicológicos que estejam sendo efetuados por outro profissional, numa situação de trabalho multiprofissional em que a intervenção faz parte da metodologia adotada.
Impor Crenças Pessoais: Um psicólogo não deve impor suas próprias crenças pessoais, valores ou opiniões sobre o paciente. A terapia deve ser centrada no paciente e adaptada às necessidades individuais de cada pessoa. Resolver Problemas Fora de sua Competência: Cada psicólogo tem áreas de especialização e competência.
Sim, um psicólogo pode chorar na frente de um paciente, desde que isso aconteça de forma autêntica e sem comprometer a condução da terapia. A empatia é uma parte importante do trabalho psicológico, e demonstrar emoções humanas pode fortalecer a conexão terapêutica.
A transferência na teoria psicanalítica é realizada quando você projeta sentimentos sobre outra pessoa para seu terapeuta. Um exemplo clássico de transferência é quando um cliente se apaixona por seu terapeuta. No entanto, pode-se também transferir sentimentos de raiva, desconfiança ou dependência.