De acordo com os quatro evangelhos, Jesus foi levado ao "Lugar com uma caveira" ("Calvário") («e em hebraico Gólgota» (João 19:17)) e crucificado juntamente com dois ladrões, acusado de ser o "Rei dos Judeus" e os soldados dividiram suas roupas entre si antes de curvar sua cabeça e morrer.
Sua conclusão é que Jesus teve parada cardíaca em virtude da hipovolemia, ou seja, a diminuição considerável do volume sanguíneo depois de toda a tortura e das horas pregado na cruz. Teria morrido, portanto, de choque hemorrágico. "[A morte na cruz] é uma morte de violência física absurda.
Jesus foi assassinado pelos interesses da casta sacerdotal no poder, aterrorizada pelo medo de perder o domínio sobre o povo e, sobretudo, de ver desaparecer a riqueza acumulada às custas da fé das pessoas.
Estando Jesus já morto e ainda pregado na cruz, diz o evangelista, um soldado aproximou-se, feriu-lhe o lado com a lança, e imediatamente saiu sangue e água: a água, como símbolo do batismo; o sangue, como símbolo da eucaristia.
Aquele corpo, que então era um vaso vazio, foi removido da cruz, envolto em panos e por fim colocado numa sepultura. No terceiro dia, as mulheres que foram ao sepulcro estavam ali para concluir os preparativos do sepultamento daquele corpo. Mas o corpo não estava mais lá.
Qual o nome do soldado que enfiou a lança em Jesus?
"A tradição popular identifica São Longuinho como esse soldado romano, o centurião Cássio, que teria traspassado o lado de Jesus com a lança, de onde saiu sangue e água", completa o pesquisador Alves. Nos evangelhos canônicos, não há menção ao nome do soldado.
Os cristãos tradicionalmente entendem a morte de Jesus na cruz como sendo um sacrifício proposital e consciente (dado que Jesus não tentou se defender em seus julgamentos), realizado por ele na figura de "agente de Deus" para redimir os pecados da humanidade e tornar a salvação possível.
A Basílica do Santo Sepulcro é um templo cristão localizado no Bairro Cristão da Cidade Antiga de Jerusalém onde, segundo a tradição (João 19:41-42), Jesus teria sido crucificado, sepultado e, ao terceiro dia, teria ressuscitado.
O que aconteceu com Pilatos depois da morte de Cristo?
Segundo Josefo, a sua destituição ocorreu porque ele reprimiu violentamente um movimento samaritano armado no Monte Gerizim. Ele foi enviado de volta a Roma pelo legado da Síria para responder por isso a Tibério, que, no entanto, havia morrido antes de sua chegada.
Jesus era judeu, nascido de mãe judia. Foi circuncidado no oitavo dia, de acordo com a lei judaica (Lucas 2,21), e se considerava um judeu fiel às suas origens. Seus ensinamentos derivam das leis e das tradições judaicas com as quais Jesus se criou e que jamais negou.
A cidade palestina de Belém, onde Jesus Cristo nasceu, não vai comemorar o Natal em 2023. Autoridades locais cancelaram os atos públicos para o feriado por causa da Guerra do Hamas contra Israel.
Disse-lhe Tomé: Senhor, nós não sabemos para onde vais; e como podemos saber o caminho? Além disso, Mateus registrou as palavras do Salvador nessa ocasião: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.
Quia per sanctam Crucem tuam redemisti mundum. Depois disto, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus, mas secretamente por medo das autoridades judaicas, pediu a Pilatos que lhe deixasse levar o corpo de Jesus. E Pilatos permitiu-lho. Veio, pois, e retirou o corpo.
O Calvário, colina onde Jesus foi crucificado, é o principal ponto de peregrinação em Israel. Os repórteres Marcelo Hespaña e Wilson Araújo viajaram a Terra Santa para acompanhar a rotina nestes locais turísticos.
Jesus ressuscitou e está vivo. Por isso, Ele segue atuando e o mesmo que fez com Tomé, dois mil anos atrás e com os outros discípulos, Ele está fazendo ainda com todos seus seguidores e aqueles que decidimos apostar nossa vida Nele.
De acordo com a tradição cristã, o corpo de Jesus foi depositado numa "cama sepulcral" talhada de lado, numa caverna de pedra calcária, após a sua crucificação pelos romanos no ano 30 ou 33. A fé cristã assenta no fundamento de que Cristo ressuscitou depois de morto.
Ele morreu para satisfazer a justiça de Deus e aplacar a sua ira. Nós merecemos ser castigados pelo nosso pecado, mas Jesus aceitou ser castigado em nosso lugar. Assim, Deus satisfez a sua Justiça e a sua ira. Por isso Isaías disse: "...
Que ao final da nossa vida possamos dizer como Jesus: “Tudo está consumado” (Jo 19,30), ou como Paulo, “Combati o bom combate”, que possamos nos consumir no anúncio do Evangelho e ser sinal de santidade a quem se aproxima de nós. A sétima palavra é: “Pai, em tuas mãos entrego meu espírito” (Lc 23,46).
Não vendo crime algum a ser punido, Herodes devolveu-o a Pilatos. E assim foi Cristo a julgamento. O magistrado, então, lavou suas mãos e “Para acalmar a multidão, Pilatos lhes soltou Barrabás. Então, depois de mandar açoitar Jesus, entregou-o aos soldados romanos para que fosse crucificado” (Marcos 15:15).
O que aconteceu com os soldados que mataram Jesus?
O soldado, convertido, teria abandonado o exército romano, transformando-se num monge a percorrer a região de Caiseri e a Capadócia, na atual Turquia. A tradição católica relata que Longuinho foi preso e torturado por causa de sua fé cristã, teve seus dentes arrancados e a sua língua cortada.
“Nisto veio uma mulher samaritana tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber” (Jo 4.7). “Então lhe disse a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, pedes de beber a mim que sou mulher samaritana...” (Jo 4.9).