Os especialistas afirmam que a maior desvantagem do atum para a saúde é o risco representado pelo mercúrio, uma neurotoxina. Esse metal pesado chega ao oceano principalmente por meio das atividades humanas, como a queima de combustíveis fósseis.
Além dos riscos do mercúrio, o consumo de atum pode estar relacionado com problemas ambientais. Ao contrário do salmão ou do camarão, quase todo o atum é capturado na natureza. Espécies menores são capturadas em vastas redes que também prendem outros peixes, devastando ecossistemas inteiros.
Em humanos, a toxina pode causar danos neurológicos e provoca efeitos na saúde reprodutiva, por isso a preocupação sobre o consumo de atum é maior em mulheres grávidas e crianças. Em casos graves, a substância pode levar à cegueira, ao impedimento cognitivo e ao mau funcionamento pulmonar.
O atum em lata é uma alternativa saudável e prática para quem busca uma fonte de proteína e ômega-3. A única ressalva é ter, em média, cerca de 362 mg de sódio, enquanto a versão fresca contém apenas 30 mg. Mas é importante comparar as embalagens antes de comprar, pois existem opções com teor mais baixo de sódio.
Pessoas que consomem atum regularmente tendem a ter níveis de mercúrio mais elevados no sangue do que aquelas que não consomem, embora o metal seja em grande parte eliminado do corpo após alguns meses.
REVELADO! Consequências do consumo de ATUM ENLATADO para o seu corpo
O atum enlatado está contaminado?
O atum entalado está amplamente contaminado com mercúrio, de acordo com um estudo realizado em cinco países europeus, entre eles Espanha e Itália, denunciaram nesta terça-feira duas ONGs que pediram às grandes redes varejistas e às autoridades que "tomem medidas de emergência".
O mercúrio é um elemento químico natural que pode gerar diversos efeitos nos seres vivos. Sua presença no organismo pode danos ao sistema nervoso, rins e sistema cardiovascular, além do respiratório, gastrointestinal, hematológico, imunológico e reprodutivo.
Se escolher o atum fresco, a indicação é variar com outras fontes de proteína e consumir de duas a três vezes por semana. Já a versão em lata, a recomendação é não ingerir mais do que quatro latas de atum semanalmente.
Além das espécies listadas acima, outros peixes que apresentam baixo teor de mercúrio são o camarão, bacalhau, abadejo, vieiras e truta. Outro motivo para encorajar o consumo desses peixes é que eles são ricos em ómega-3, um ácido graxo essencial para a composição celular de nosso corpo.
O consumo de ômega 3 ajuda o fígado a ficar menos sobrecarregado. Salmão e atum são exemplos de alimentos que, quando incluídos no cardápio, auxiliam a diminuir a gordura presente no órgão.
Atum: rico em proteínas, vitaminas e minerais, contribui para a formação muscular e previne doenças do coração, já que também é uma boa fonte de ômega 3; Sardinha: rica em vitaminas A e D, e Ômega 3 é de fácil digestão.
O peixe para a dieta judaica só é um alimento considerado “limpo” e adequado se tiver barbatanas e escamas – é o caso do atum e do salmão, mas não de tubarões, bagres e enguias, por exemplo. Entre os bichos terrestres, a regra é que o bicho seja ruminante e tenha os cascos fendidos em duas partes.
“Peixes como salmão, sardinha, anchova e atum podem, sim, trazer problemas para os rins, assim como as carnes vermelhas. O mesmo vale para frutos do mar como camarão, mexilhão e mariscos. Por isso, é preciso ter prudência ao fazer essas substituições nas refeições”, avalia o nefrologista.
escombróide ou histamina do peixe é causada pela ingestão de alimentos com altos níveis de histamina e outras aminas e compostos vasoativos. Os sintomas iniciais são dormência/formigamento e sensação de queimação da boca, erupções cutâneas no tronco superior e queda de pressão.
É importante lembrar que o consumo excessivo de atum enlatado pode levar a um acúmulo de mercúrio no organismo, o que pode ter efeitos negativos à saúde. Por isso, é importante consumi-lo com moderação e variar as fontes de proteína em sua dieta.
Segundo os cálculos da Bloom, isso corresponde a uma concentração de cerca de 2,7 mg/kg na conserva, pois o mercúrio fica mais concentrado após a desidratação da carne do peixe. Na França, uma lata de atum da popular marca Petit Navire, testada durante a investigação, apresentou uma concentração de 3,9 mg/kg.
Sim, mas com alguns cuidados importantes! ⚠️ 🔹 Prefira a versão em óleo, pois os metais pesados presentes nesses peixes têm afinidade com a gordura, reduzindo a contaminação do alimento.
O atum em lata, contém cerca de 100 vezes a mais de zinco do que é seguro ingerir, avisam os especialistas. Salientando que o mineral pode contaminar a comida e causar danos no sistema digestivo e a longo prazo pode ainda prejudicar a saúde do organismo em geral.
Atum é remoso? O atum não é remoso, por ser um alimento rico em vitaminas, minerais e ácidos graxos com propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes. O alimento remoso é uma classificação popular para alimentos ricos em gorduras ruins, óleos refinados e açúcares, que possuem ação inflamatória.
Para eliminar metais pesados do organismo de forma natural é recomendado aumentar o consumo de coentro, pois essa planta medicinal tem ação desintoxicante no organismo, removendo metais como mercúrio, alumínio e chumbo das células afetadas e ajudando a reduzir seus malefícios no corpo.
Quais são 3 sintomas de envenenamento por ingestão?
ENVENENAMENTO POR INGESTÃO Quando uma pessoa ingere substâncias tóxicas os sintomas são: náusea, vômito, dor abdominal, diarréia, salivação, muito suor e extremidades frias. O que fazer: ☐ Descubra o que a pessoa ingeriu. Os primeiros socorros vão depender desta informação.
Essa forma orgânica do mercúrio é absorvida pelo trato gastrointestinal, cai na corrente sanguínea e tende a se acumular em tecidos, processo conhecido como bioacumulação.