As Colagenoses, também conhecidas como reumatismos, são doenças autoimunes que podem acometer qualquer órgão do organismo, mas principalmente aqueles ricos em colágeno: a pele, as juntas, os pulmões, etc.
A colagenose é de origem autoimune, ou seja, acontece quando o próprio sistema imunológico ataca as células do organismo. Ela também é inflamatória e degenerativa, já que pode atingir outros órgãos e sistemas do corpo.
O tratamento das colagenoses é feito pelo reumatologista e varia com o tipo de condição a ser tratada, podendo ser indicado o uso de remédios para aliviar os sintomas ou para reduzir a ação do sistema imunológico, evitando a evolução da doença.
Alguns dos tipos mais comuns de colagenose são o lúpus, a artrite reumatoide e a esclerose sistêmica. Tendo em vista que a maior parte dessas doenças pode acometer os pulmões, a seguir vamos falar mais especificamente sobre a colagenose pulmonar.
O exame básico para diagnosticar a colagenose é a procura do anticorpo específico no sangue . Os exames laboratoriais podem evidenciar também um aumento da excreção urinária de creatinina , enquanto no sangue certas enzimas como as transaminases podem mostrar valores anormais.
O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma colagenose, grupo de doenças que tem como base o comprometimento do tecido conjuntivo. Nesse contexto, o LES caracteriza-se por um padrão inflamatório crônico, multissistêmico e marcado pela produção de autoanticorpos os quais levam ao dano tecidual.
Temos vários exemplos de colagenose, sendo as famosas o lúpus e a artrite reumatoide, mas existe uma quantidade muito grande de doenças e praticamente todas elas podem acometer o pulmão.
Entretanto, existem muitas outras mais raras como: doença de Sjögren, Esclerose Múltipla e Esclerose Sistêmica. De acordo com o médico: “de uma maneira geral, as doenças autoimunes começam com sintomas inespecíficos, ou seja, comuns a várias outras doenças.
Esclerose sistêmica acontece quando seu tecido produz colágeno e outras proteínas em excesso. Colágeno é uma proteína que ajuda a dar estrutura à sua pele, unhas, cabelo, tendões e outros tecidos. O excesso de colágeno pode causar endurecimento e cicatrizes.
Os primeiros sintomas mais comuns da esclerose sistêmica são inchaço (dedos inchados) e, em seguida, espessamento e enrijecimento da pele nas extremidades dos dedos, e síndrome de Raynaud, na qual os dedos ficam muito pálidos e dormentes ou com formigamento, doloridos ou ambos em resposta ao frio ou estresse emocional.
Quando utilizamos o termo colagenose, entende-se que é uma patologia do colágeno. Trata-se de um grupo de substância do nosso corpo responsável pela sustentação de tecidos biológico, inclusive o pulmão. Como o colágeno é alvo das principais doenças autoimunes, o pulmão também é frequentemente acometido por essa doença.
Kollagenase® com cloranfenicol (colagenase com cloranfenicol) é destinada para o tratamento de lesões da pele em que é indicado o desbridamento (retirada de tecido desvitalizado) e antibioticoterapia tópica (uso de um antibiótico), em feridas, úlceras e lesões necróticas (com tecido desvitalizado), em geral.
A esclerodermia localizada é uma doença restrita a pele, não é uma doença sistêmica, como a esclerose sistêmica, esta sim é uma colagenose. Procure um dermatologista com título de especialista…
A síndrome de Goodpasture é uma doença autoimune incomum na qual ocorre hemorragia nos pulmões e insuficiência renal progressiva. As pessoas geralmente têm dificuldade respiratória e podem expectorar sangue.
Algumas pessoas que consomem suplementos de colágeno relatam aumento na vontade de urinar ou micção frequente. Esse efeito colateral pode ser preocupante para algumas pessoas, especialmente para aquelas que já sofrem de problemas urinários.
Febre, dor e rigidez articular são alguns dos vários sintomas que podem surgir. A sintomatologia dependerá do tipo de colagenose e do nível de atividade inflamatória da doença. Podem apresentar lesões restritas à pele ou podem acometer orgãos internos.
Exames de imagem: como radiografias, ultrassonografias e ressonâncias magnéticas, para avaliar o impacto da colagenose nas articulações e nos órgãos. Biópsia: em casos específicos, pode ser feita uma biópsia de pele ou do músculo, para confirmar o diagnóstico e identificar o tipo de inflamação presente.
As colagenoses são doenças que acometem o tecido conjuntivo, podendo acometer também outros sintomas, de natureza autoimune. É comum causarem principalmente sintomas dermatológicos e reumatológicos, acometendo mais mulheres em idade fértil.
Lúpus: conheça uma das doenças autoimunes mais graves. Oriundo de um desequilíbrio no sistema imunológico, o lúpus é uma doença autoimune que pode causar alteração renal, afetar a pele e as articulações do corpo.
Qual a doença autoimune mais grave do corpo humano?
Lúpus. Lúpus é uma doença inflamatória autoimune, que pode afetar múltiplos órgãos e tecidos, como pele, articulações, rins e cérebro. Em casos mais graves, se não tratada adequadamente, pode matar. O nome científico da doença é "Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)".
Qual é o nome da doença rara que afeta o sistema sanguíneo?
Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN) é o nome dado a uma doença rara que afeta o sistema sanguíneo e que acomete cerca de uma pessoa a cada um milhão, geralmente entre 30 e 50 anos de idade.
Qual é a expectativa de vida de quem tem artrite reumatoide?
Nos últimos 20 anos, tem sido demonstrado que a artrite reumatoide (AR) pode reduzir a expectativa de vida de 3 a 10 anos em comparação com a população em geral.
Clinicamente, apresentam-se como nódulos subcutâneos de 2mm a 5cm de tamanho, solitários ou múltiplos, localizados, principalmente, nas superfícies extensoras dos antebraços, nas articulações metacarpofalangeanas e interfalangeanas proximais.