Em resumo, bloquear o pai no WhatsApp é uma opção válida em determinadas situações, porém, a comunicação pai-filho deve ser preservada. Procure sempre uma advogada especialista caso tenha dúvidas acerca do tema!
Você pode bloquear o pai ou a mãe do seu filho ou filha no WhatsApp, mas precisa fazer isso da maneira correta. Para assegurar o bem-estar da criança, o mais apropriado é que os pais mantenham uma relação saudável.
Nesse contexto, o Whatsapp é uma das ferramentas utilizadas por muitos pais para decidirem em conjunto as questões sobre a vida dos filhos. No entanto, caso o pai esteja sendo controlador, agressivo ou promovendo ofensas e xingamentos, a mãe não só pode como DEVE bloquear o pai no Whatsapp.
Sou obrigado a manter contato com o pai do meu filho?
A legislação brasileira trata esse direito como essencial para o desenvolvimento saudável da criança, reconhecendo a importância do contato com ambos os genitores. A base legal para o direito de visita está no artigo 1.589 do Código Civil Brasileiro, que estabelece que: Art. 1.589.
Posso bloquear o pai/mãe do meu filho no whatsapp? | Danielle Santos • Advogada
Pode bloquear o ex no WhatsApp?
Primeiro de tudo, não existe impedimento em nenhuma lei, no entanto, mesmo que o relacionamento tenha acabado, o poder familiar dos genitores com os filhos não cessa.
O que acontece se eu proibir o pai de ver o filho?
Caso seja desrespeitada a decisão do juiz, e o pai ou mãe estejam impedindo o outro genitor de ter contato com o filho, poderá ser fixada multa diária por descumprimento ou mesmo busca e apreensão do filho no dia que seria dada a visita.
Mãe não é obrigada a falar e/ou manter contato com o genitor do filho em caso de guarda compartilhada. 📍Considerando que muitos relacionamentos não terminam de forma harmoniosa, é importante delimitar certos limites para que os conflitos do casal não prejudiquem a convivência dos pais com os filhos.
A obrigação de buscar/levar a criança, bem como de arcar com os custos desse deslocamento (seja dentro ou fora da cidade) é daquele que convive, não do que detém a guarda.
A perda da guarda não é automática e nem definitiva, podendo ser revista judicialmente, caso a situação fática mude. Antes de tomar essa decisão, o processo é conduzido de forma cuidadosa, visando sempre o melhor interesse da criança.
De acordo com o artigo 186 do Código Civil, aquele que causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, por ação ou omissão comete ato ilícito e está sujeito à reparação. Assim, os pais que abandonam afetivamente seus filhos podem ser responsabilizados civilmente pelos danos causados.
Proibir ou dificultar a visita dos genitores fere o direito do menor e também constitui abuso moral contra criança ou adolescente, conforme diz a lei que trata da alienação parental.
O que é necessário para provar alienação parental?
2. Como se comprova a alienação parental? Diversos meios de prova são admitidos em processos judiciais que envolvem acusação de prática da alienação parental. Documentos preexistentes ao início do processo podem ser levados ao conhecimento do juiz, como trocas de mensagens e e-mails, fotos, entre outros.
Sou obrigada a mandar fotos da minha filha para o pai?
A lei não estabelece uma obrigação genérica de enviar fotos como parte do direito de visita ou guarda compartilhada. A mãe não é babá do próprio filho, nem funcionária do genitor. Portanto, não há obrigação de atender às solicitações do alecrim na hora que ele quiser e como ele quiser.
Não existe uma lei que obrigue o pai ou a mãe a visitar o filho. No entanto, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), no artigo 19, estabelece o direito da criança ao convívio familiar. Esse convívio é visto como fundamental para o desenvolvimento emocional do menor.
Quando a criança está com o pai, a mãe pode ficar ligando?
Mas, caso a mãe precise falar com seu filho (a) e ele (a) estiver com o pai, ela pode ligar. Não há nada que impeça a mãe de falar com a criança, mesmo ela estando com seu pai. É bom salientar que o bom senso sempre deve pautar as relações.
Posso proibir meu filho de ter contato com a namorada do meu pai?
A mãe não pode proibir o filho de conviver com a namorada do pai, a menos que essa convivência represente algum risco emocional, psíquico, físico, moral ou prejuízo ao bem-estar da criança ou do adolescente.
🤔 Em casos de guarda compartilhada ou direitos de visita, é comum surgirem dúvidas sobre o papel de outros membros da família. A madrasta pode substituir o pai e buscar a criança durante os dias de visitação.
Sou obrigada a deixar meu filho dormir na casa do pai.?
Porém, uma coisa precisa ser considerada, não há como obrigar a criança a ir com o pai se ela não quer. Dessa forma, mesmo que haja uma decisão judicial que regulamente as visitas, não há como obrigar o filho a ficar na casa do pai.
Quantas vezes por semana o genitor pode ver o filho?
Quantas vezes por semana o genitor pode ver o filho? A frequência das visitas do genitor ao filho não tem um número fixo definido por lei e pode variar conforme o acordo entre os pais ou a decisão judicial, sempre priorizando o melhor interesse da criança.
O artigo 229 da Constituição Federal define que "os pais têm o dever de assistir, criar e educar os filhos menores, e os filhos maiores têm o dever de ajudar e amparar os pais na velhice, carência ou enfermidade".
Além dos honorários, existem as custas judiciais, que são taxas pagas ao tribunal para que a ação seja protocolada. Essas custas podem variar de acordo com o estado e o valor da causa, mas geralmente ficam em torno de R$ 300 a R$ 1.500.
Resumindo, a mãe não pode simplesmente impedir o pai de ver o filho sem motivo legal. Se você está enfrentando uma situação como a descrita e precisa de orientação personalizada sobre quem deve sair de casa, estou à disposição. Entre em contato para que possamos analisar o seu caso!
Quando o filho vai morar com o pai, a mãe tem que pagar pensão?
Assim como o pai contribuía para o sustento enquanto o filho morava com a mãe, agora a mãe também deve cumprir essa obrigação para garantir o bem-estar da criança.
Após a separação, o pai não tem o direito de pegar o filho a qualquer hora, pois a criança possui uma rotina escolar e precisa de estabilidade. Assim, as visitas paternas podem ocorrer aos finais de semana alternados, com horário para o genitor tirar a criança na casa da mãe e com horário para devolver.