O ódio indica o mundo de inferno; a ganância, o mundo dos espíritos famintos; a estupidez, o mundo da animalidade; a perversidade, o mundo dos asura; a alegria, o mundo dos seres celestiais; e a tranquilidade, o mundo dos seres humanos” (Ibidem, p. 375).
Na religião budista, o inferno é chamado Naraka. Ao contrário do cristianismo, ninguém é condenado ao inferno pela eternidade: o recém-falecido se encontra com o rei da morte, Phya Yom, que decide seu futuro, comparando ações tomadas por ele durante a vida.
Em cada reino há um buddha: Yama Dharmaraja no reino dos infernos; Jvalamukha no reino dos fantasmas famintos; Simha no reino dos animais; Indra no reino dos deuses; Vemachitra no reino dos semideuses; e Shakyamuni no reino dos seres humanos.
Naraca (em sânscrito: नरक literalmente de homem) é a palavra sânscrita para o reino infernal nas tradições dhármicas. De acordo com algumas escolas do hinduísmo, siquismo, jainismo e budismo, Naraca é um lugar de tormento.
O demônio da Luxúria (Asmodeus) ama a pornografia e nos força a desejar outros corpos: “Ele ataca cruelmente (...) enlameia a alma e a seduz a ações vergonhosas (...). O demônio da luxúria trabalha, sobretudo através da fantasia, que ele enche de imagens e de pensamentos impuros, desta maneira obscurecendo a razão”.
Demônios primordiais são os sete progenitores da raça demoníaca. Cada um deles tem uma cor que é representada na forma como as pessoas (que sabem sobre eles) se referem a eles: Rouge, Blanc, Noir, Vert, Jaune, Violet, Bleu (esta é a ordem de seu nascimento). Lembre-se que estes não são nomes, mas mais como títulos.
Samsāra, o termo sânscrito e páli para "movimento contínuo" ou "fluxo contínuo" refere-se no budismo ao conceito de nascimento, velhice, decrepitude e morte, no qual todos os seres no universo participam e do qual só se pode escapar através da iluminação.
"Asura" significa essencialmente "demônios". Um asura chamado Asura é como ter um demônio chamado Demônio. Não faz sentido dizer que eles eram os "inimigos do Buda".
Não matar, roubar, ter má conduta sexual, mentir ou usar entorpecentes. Estes são os cinco preceitos básicos do budismo que, segundo pesquisa publicada na revista cientifica Plos One, podem ainda diminuir os riscos de depressão.
Em resumo, a Roda do Samsara é uma apresentação simbólica das Quatro Nobres Verdades que ensina como nós causamos e revertemos o sofrimento. Primeiro, a Verdade do Sofrimento: entre todos os seres dos seis reinos, aqueles dos três reinos mais baixos simbolizam o sofrimento do sofrimento.
Existem oito modos de sofrimento, que são: 1) o sofrimento do nascimento, 2) o sofrimento do envelhecimento, 3) o sofrimento da doença, 4) o sofrimento da morte, 5) o sofrimento da separação daquilo que se ama, 6) o sofrimento do encontro com aquilo que se odeia, 7) o sofrimento de não ser capaz de obter o que se ...
Na demonologia cristã, ele é um dos sete príncipes do inferno e a personificação do segundo pecado, a gula, tal como era visto na Idade Média. No Dictionnaire Infernal, é descrito como o "Príncipe dos Demônios, Senhor das Moscas e da Pestilência, Mestre da Ordem".
De acordo com a Bíblia, no Antigo Testamento, Asmodeu é "um demónio maligno" que matara os sete maridos de Sara, filha de Raguel e de Edna, "antes que se pudessem aproveitar dela como esposa" (Tobias, 3, 8).
Segundo o livro Dictionnaire Infernal, do escritor Jacques Auguste Simon Collin de Plancy, Astarô é o supremo demónio do Ocidente, sendo Lúcifer, do Oriente.
O mais famoso dos Anjos Caídos é o próprio Lúcifer. O termo literal "anjo caído" não aparece em nenhum texto religioso abraâmico, mas é utilizado para descrever anjos expulsos do céu ou anjos que pecaram.
O livro de Enoque relata como anjos chamados Sentinelas tomaram mulheres por esposas e geraram gigantes chamados Nefilins. Esses gigantes são descritos como guerreiros corajosos e cruéis, que se voltaram contra os próprios seres humanos.
A reencarnação é uma das crenças centrais do budismo. Nesta fé, as ações tomadas durante a vida determinam como a sua alma vai retornar, se estará mais próxima ou mais distante da ascenção. Cada vida é apenas um ciclo por meio do qual a alma aprende, cresce e se torna mais evoluída.
Por exemplo, no budismo existe um lugar conhecido como Naraka — um submundo e lugar de tormento. Mas geralmente não são lugares definitivos, e sim um espaço transitório.