O governo de São Paulo concluiu a privatização da Sabesp (SBSP3) na terça-feira (23). A grande vencedora da oferta foi a empresa do segmento de energia elétrica Equatorial (EQTL3), que abocanhou 15% da companhia. Com outros 17% vendidos ao mercado, os cofres paulistas ficaram com R$ 14,8 bilhões e 18% da companhia.
Na semana passada, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou sem restrições a compra de 15% da Sabesp pela Equatorial Cotação de Equatorial , que se tornará sócia de referência da companhia de saneamento.
Última atualização em 7 de agosto de 2024 às 14h43. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão federal que regula a concorrência, aprovou sem restrições a compra de 15% das ações da Sabesp pela Equatorial.
O Grupo Equatorial arrematou 15% das ações da Sabesp e se tornou o novo acionista de referência. Ou seja, não terá controle acionário, mas será o responsável pela gestão. Ao mercado, foram ofertados 17% das ações. Outros 40% das ações são negociadas na B3 e 9,7% na Bolsa de Nova York.
O executivo Carlos Piani assumiu dia 1º de outubro a presidência da Companhia de saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Eleito em decisão unânime pelo Conselho de Administração e substitui André Salcedo, que ocupava o cargo desde janeiro de 2023.
Equatorial pode assumir 15% da Sabesp: conheça a empresa que foi a única a formalizar proposta
Quem foi o comprador da Sabesp?
O processo de privatização da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) foi concluído nesta 2ª feira (22. jul. 2024). O governo de São Paulo vendeu 32% das ações da empresa, dos 50,3% que detinha, por R$ 14,8 bilhões.
O Governo de São Paulo definiu as três indicações que fará ao novo conselho de administração da Sabesp e manteve o nome de Karla Bertocco entre seus representantes.
O governo de São Paulo arrecadou R$ 7,9 bilhões com a venda de 17% das ações da Sabesp a principalmente a bancos e fundos de investimento. Cada ação foi vendida por R$ 67, mesmo valor negociado com a Equatorial, que já havia adquirido 15% das ações por R$ 6,9 bilhões.
Na semana passada, a gestão estadual confirmou que o fundo de investimentos Equatorial cumpriu com as exigências previstas na oferta pública inicial e, assim, adquiriu o bloco prioritário de 15% das ações da Sabesp.
São Paulo, 19/07/2024 - Única empresa a apresentar proposta para ser a acionista de referência na privatização da Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp), a Equatorial se consolidou nos últimos 25 anos no setor de energia elétrica, sendo atualmente dona de 7 distribuidoras, 3 mil quilômetros (km) de linhas ...
A Equatorial (EQTL3) reportou nesta quarta-feira (14) lucro líquido ajustado de R$ 306 milhões no segundo trimestre, 16,8% superior ao resultado de um ano antes, segundo balanço financeiro.
A Equatorial iniciou sua participação na área de saneamento ao adquirir do governo do Amapá, em dezembro de 2021, 100% da concessão de serviços e água e esgoto do estado por R$ 930 milhões.
Governo de SP conclui privatização da Sabesp ao vender 32% dos papéis. O governo paulista concluiu nesta terça-feira (23), na Bolsa de Valores B3, a privatização da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).
O governo de São Paulo detinha 50,5% das ações da Sabesp e passará a ter 18%. Os 32% restantes foram vendidos de duas formas. A empresa Equatorial foi a única interessada em se tornar o acionista de referência da Sabesp.
A privatização também trará mudanças significativas na estrutura tarifária da Sabesp. As tarifas sociais e vulneráveis serão reduzidas em até 10% para famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico).
A Arsesp regula, controla e fiscaliza os serviços públicos de abastecimento de água, esgoto e resíduos sólidos nos municípios paulistas que, por meio de convênios de cooperação, delegaram ao Estado de São Paulo o exercício de tais atribuições, de acordo com o art.
O grupo Equatorial arrematou 15% das ações da Sabesp e se tornou o novo acionista de referência. Ou seja, não terá controle acionário, mas será o responsável pela gestão. Ao mercado, foram ofertados 17% das ações. Outros 40% das ações são negociadas na B3 e 9,7% na Bolsa de Nova York.
O próprio Sintaema já levou ao Tribunal de Contas do Estados (TCE) estudos que demonstram como a Sabesp foi posta à venda por um preço 44% mais baixo do que o de mercado e sob exigências de investimentos que não terão de ser cumpridas. O sindicato espera que o TCE atue para anular a privatização.
Um dos principais méritos da proposta é a antecipação da universalização dos serviços de água e esgoto em 4 anos, passando de 2033, como definido pela lei 14.026 de 2020, para 2029.
A privatização da Sabesp foi concluída, com destaque para a entrada da Equatorial como acionista. O desafio agora é reduzir tarifas e antecipar a universalização do saneamento em SP. Um fundo de apoio será criado com parte do valor arrecadado para garantir a modicidade das tarifas.
Publicado em 25 de setembro de 2024 às 12h42. A Sabesp anunciou nesta quarta-feira, 25, que o Conselho de Administração elegeu de forma unânime Carlos Augusto Leone Piani como o novo diretor-presidente da empresa, substituindo Andre Salcedo.
Com a conclusão do processo de desestatização, a nova gestão da Sabesp assume a empresa após a eleição do novo Conselho de Administração, em assembleia geral de acionistas. Antes, a aquisição de 15% das ações da Sabesp pela Equatorial precisa ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
O executivo Carlos Piani assume nesta terça-feira (1/10) a Presidência da Sabesp, a maior empresa de saneamento do Brasil. Eleito em decisão unânime pelo Conselho de Administração, ele substitui André Salcedo, que ocupava o cargo desde janeiro de 2023.