Na música, um acorde é um conjunto harmônico de três ou mais notas musicais que se ouve simultaneamente, mas não têm de ser realmente tocadas juntas: arpejos e acordes quebrados também constituem acordes.
Um acorde, seja ele maior ou menor, é formado por três notas: tônica, terça e quinta. Assim, a distinção entre um acorde maior e um menor está na constituição do intervalo formado entre a tônica e a terça. Sendo que um acorde maior possui dois tons entre a tônica e a terça, e um acorde menor possui um tom e meio.
Os acordes são constituídos de terças superpostas (consecutivas), ou seja, notas separadas por intervalos de terça (maiores ou menores). A partir da Fundamental (Dó), temos um intervalo de terça (Mi), e a partir deste intervalo de terça, temos outro intervalo de terça (Sol), que irá gerar o quinto grau do acorde.
Existem diversos acordes básicos para violão que são fundamentais para iniciantes e que você pode encontrar em muitas músicas. Por isso, trouxemos sete deles para você aprender: Em, A, D, E, Am, C e G. Vamos começar pelo Mi Menor (Em), o mais fácil dos acordes para fazer no violão.
O ACORDE MAIOR é formado pela Tônica, terça maior e quinta justa. O ACORDE DE SÉTIMA MENOR – ou dominante – é formado pela Tônica, terça maior, quinta justa e sétima menor. O ACORDE MEIO DIMINUTO é formado pela tônica, terça menor, quinta menor e sétima menor.
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Como são feitos os acordes?
Os acordes naturais são aqueles que recebem o mesmo nome das notas fundamentais (Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si). Cada um desses acordes é formado por três notas, que são definidas com base na regrinha abaixo: As notas que formam os acordes naturais são o primeiro, o terceiro e o quinto graus de suas respectivas escalas.
Existem 4 tipos de tríades: Maior, Menor, Aumentada e Diminuta. As mais usadas de forma popular são as tríades Maiores e Menores. Por exemplo, quando executamos o acorde de C (Dó Maior) usamos as notas Dó Mi e Sol. Acorde de 3 notas = tríade.
A quinta aumentada é representada pelas expressões “aum” ou “aug” ou pelo sinal “+” (Caum, Caug ou C+ = Dó maior com quinta aumentada ou Dó aumentado). A quinta diminuta é representada pelas expressões “-5” ou “b5” (Cm-5 ou Cmb5 = Dé menor com quinta diminuta, também chamado Dó diminuto);
Arpejo (aripiprazol) é indicado como terapia complementar à terapia com lítio ou valproato para o tratamento agudo de episódios de mania ou mistos associados ao transtorno bipolar do tipo I.
Os acordes, tríades e tétrades, são sobrepostos em terças diatônicas, ou seja, terças encontradas da própria estrutura do tom sobre cada grau da escala, cada escala tem sete graus então são sete fundamentais para os acordes. A tétrade é fruto de três sobreposições de terça (F – 3 – 5 – 7).
Pegue-se uma sequência de acordes qualquer de uma música, como por exemplo o padrão I, IV, V (C F G C). Isto é uma progressão de acordes. Se essa sequência for tocada várias vezes consecutivas, experimentando diferentes ritmos e batidas, será possível observar que todos os acordes se encaixam perfeitamente.
Os acordes fundamentais para a harmonia são: o perfeito maior, perfeito menor e, o maior com sétima menor. Os demais acordes existentes são baseados nos fundamentais e, os substituem.
( ) – Usa-se os parênteses para indicar as notas que provocam tensão no acorde. Símbolo de menos (-) – Muitas vezes o símbolo de menos (-) é usado para substituir o b (bemol).
Add9, seja a sonorização agrupada em um CDEG ou aberta como um CEGD, geralmente não importa, porque simplesmente dizer qual é o acorde nunca implica realmente como você o sonorizou.
Em seu sentido mais literal, uma melodia é uma combinação de tom e ritmo, enquanto mais figurativamente, o termo pode incluir outros elementos musicais, como cor tonal. É o primeiro plano para o acompanhamento de fundo. Uma linha ou parte não precisa ser uma melodia de primeiro plano.
Os acordes indispensáveis são os de Lá menor, Mi menor, Dó maior, Ré maior e Sol maior. A partir desses 5 acordes, você já é capaz de tocar várias músicas.
Os acordes com sétima são muito utilizados para preparar um outro acorde, ou seja, antecipar o início de um refrão, ou indicar uma mudança na melodia. Como prova disso, é muito comum encontrar as sequências D7 + G, A7 + D, C7 + F nas músicas.
O intervalo também pode ser: Melódico - quando se ouve as notas sucessivamente. Harmônico - quando as notas são ouvidas simultaneamente. Os intervalos melódicos também se classificam como ascendente (quando a primeira nota é mais grave que a segunda) ou descendente (quando a primeira nota é mais aguda que a segunda).