Em se tratando das desvantagens do etanol, podemos citar: A matéria-prima precisa de grandes áreas para ser cultivada, resultando em desmatamento e uso de terras que poderiam servir para a produção de alimentos.
Tem menor poder calorífico: o etanol possui um poder calorífico inferior ao da gasolina, o que significa que o veículo terá um desempenho menor em termos de potência e eficiência energética.
Existem poucos dados sobre os danos à saúde humana por inalação de etanol. Estudos ocupacionais não mostram sintomas em trabalhadores expostos a níveis abaixo de 1000 ppm de etanol no ar. No entanto, a inalação de vapores pode irritar os olhos, o nariz e a garganta, e causar fadiga, cefaleia e sonolência.
Vários estudos afirmam que a queima libera gás carbônico, ozônio, gases de nitrogênio e de enxofre (responsáveis pelas chuvas ácidas), liberam também a indesejada fuligem da palha queimada (que contém substâncias cancerígenas) e provocam perdas significativas de nutrientes para as plantas e facilitam o aparecimento de ...
O diesel também tem emissões menores de gases de efeito estufa, se comparados com os motores a gasolina. Para o uso em carros, a maior desvantagem é o preço: são veículos mais robustos e com maior conteúdo tecnológico e, por isso, custam mais caro. Existem vários exemplos destes no Brasil.
“Abastecer com etanol prejudica o motor” — mito ou verdade? Mito. Porém, é importante considerar alguns fatores. Antes de mais nada, vale lembrar que devido à composição do etanol, ele funciona como um detergente, ou seja, ele ajuda a limpar o sistema de injeção do veículo evitando o acúmulo de resíduos.
Com o tempo, toda essa sujeira começa a prejudicar o funcionamento do motor. “Por ser um excelente detergente, o etanol pode ajudar a limpar o sistema, principalmente válvulas e injetores”, diz o especialista, lembrando que a gasolina aditivada possui a mesma função e pode ser aplicada com o mesmo fundamento.
A queima do etanol é mais limpa que a da gasolina, ela não gera depósitos de carvão, por exemplo. Porém o uso constante do etanol pode exigir cuidados na manutenção periódica. Um deles é a formação de uma “goma” na ponta dos bicos injetores, que em casos extremos podem entupir.
No caso dos carros flex, não existe diferença entre qual combustível é mais prejudicial ao motor. Segundo a mecânica Luciana Félix, motores desse tipo já são projetados para aceitar tanto etanol como gasolina, logo sua vida útil é a mesma, independentemente de qual você use.
Carros abastecidos com etanol costumam ter uma resposta mais rápida do motor, o que melhora a aceleração e a performance geral do veículo. Isso é possível porque o etanol, apesar de ser menos eficiente em termos de autonomia, tem uma combustão mais rápida e limpa, proporcionando maior torque e força ao motor.
Um detalhe interessante é que o motor de um carro quando utiliza o etanol fica mais potente, já que esse combustível suporta uma maior compressão. No entanto, esse aumento de potência e de resistência à compressão eleva o seu consumo, o que ocorre em menor quantidade com a gasolina.
A gasolina aditivada pode ser uma aliada na limpeza dos bicos injetores, peças essenciais para o bom funcionamento do motor. Esses bicos são responsáveis por pulverizar o combustível na câmara de combustão, mas com o tempo, podem acumular sujeira que atrapalha seu desempenho.
Quais são as desvantagens do etanol de segunda geração?
A principal desvantagem na produção de etanol de segunda geração é que ainda não é economicamente viável, pois ainda há necessidade de investimento em pesquisas no desenvolvimento de rotas tecnológicas que permitam sua produção.
Voltando aos combustíveis, o etanol, também conhecido como álcool, é utilizado em veículos com maior poder de explosão. Isto quer dizer que o motor à álcool é o mais potente.
Álcool ou gasolina, o que estraga mais o motor? No fim das contas, nenhum dos dois combustíveis vai “destruir” o motor se você fizer as manutenções de rotina e usar o veículo corretamente. O álcool pode ser mais corrosivo, mas é ótimo para manter o motor limpo internamente.
De acordo com o consultor da UNICA – União da Indústria da Cana de Açúcar, Alfred Szwarc, o etanol possui componentes solventes, responsáveis por garantir a limpeza dos bicos injetores, quando usado com maior frequência.
Com etanol, temos o contrário: o motor demora mais a aquecer, o consumo de combustível é maior (em comparação à gasolina), mas, em compensação, o carro fica mais rápido, isto é, acelera melhor e possui melhor retomada de velocidade.
Uma das maiores dúvidas de quem possui um carro flex é se pode misturar álcool e gasolina. Para quem não tem o costume, a possibilidade de abastecer com ambos gera dúvidas. Mas, de modo geral, seja com gasolina ou etanol, seu carro rodará sem nenhum problema.
Entretanto, embora seja menos poluente, o etanol é mais corrosivo para motores movidos somente a gasolina e, na opinião da fabricante de peças Delphi, isso pode trazer consequências à manutenção desses veículos: “Por conta da composição do etanol, o combustível renovável é mais corrosivo do que a gasolina.
Entre a gasolina ou etanol, não há uma opção considerada a melhor para o motor, pois isso depende de vários fatores, como o tipo de motor, o seu estado de manutenção, a forma como o veículo é conduzido e a recomendação do fabricante. No entanto, combustíveis como a gasolina aditivada, por exemplo, têm menos impurezas.
Por ser mais robusto, os motores a diesel conseguem ter uma durabilidade maior em comparação com os movidos a gasolina. Como desvantagens, os carros a diesel costumam ser bem mais caros se comparados aos outros combustíveis.
Maior durabilidade do motor: Em geral, os motores a gasóleo tendem a durar mais tempo do que os motores a gasolina, sendo uma boa opção para quem percorre muitos quilómetros anualmente. A robustez destes motores torna-os mais fiáveis em longas distâncias.
Essa construção robusta exige materiais mais resistentes, como blocos de ferro fundido, além de maior capacidade de lubrificação e refrigeração. Isso significa que motores diesel possuem uma durabilidade estrutural maior, enquanto motores a gasolina são projetados para uso mais leve e com rotações mais altas.