O cordão de Girassol é utilizado para identificar pessoas com deficiências ocultas, entre elas: Surdez; Autismo; Diabetes; Asma; Limitações intelectuais; Deficiências cognitivas. A criação deste logo partiu da própria comunidade autista, como forma de substituição da imagem do quebra-cabeça.
O cordão de girassol virou oficialmente o símbolo das pessoas com deficiências ocultas ou não-aparentes, como surdez, autismo e deficiência intelectual. A lei 14.624/23, que torna oficial o uso do cordão com desenhos de girassóis, foi sancionada em julho pelo governo federal.
Lei institui identificação para pessoas com deficiências ocultas. Além do símbolo quebra cabeça, que já é amplamente conhecido para a identificação de pessoas com TEA - Transtorno do Espectro Autista.
Cordão de Girassol: entenda o significado e saiba quem tem o direito de usar. O Cordão de Girassol identifica pessoas com deficiências ocultas. Problemas físicos, cognitivos, permanentes ou temporários, como: autismo, surdez, demência, esquizofrenia, epilepsia e muitas deficiências não aparentes.
A sinalização atende ao disposto nas leis federais 10.048/00, que trata do atendimento preferencial à pessoas com deficiência, idosos com sessenta anos ou mais, gestantes, lactantes e pessoas com crianças de colo, e à Lei 13.977/20, que criou a carteira de identificação da pessoa com TEA (Ciptea).
Quem vai poder usar o Cordão de Girassol? O que é Deficiência Oculta? TDAH pode usar?
Quem tem TDAH pode usar o cordão de girassol?
Quem pode usar o Cordão de Girassol? O cordão pode ser utilizado por pessoas que convivem com Transtorno do Espectro Autista (TEA), ansiedade, Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Transtornos de humor, Doenças crônicas, entre outros.
O documento pode ser emitido pelo cidadão ou pelo responsável. Em caso de dúvida, acesse o Manual com orientações sobre a solicitação da Carteira do Autista. Após análise e aprovação do cadastro, o usuário receberá mensagem por e-mail ou SMS para imprimir a Carteira do Autista.
A pessoa poderá ser solicitada a apresentar o laudo, carteirinha ou documento que comprove a deficiência. Só use se você tiver uma deficiência oculta ou se estiver acompanhando uma pessoa com alguma deficiência não visível. É muito importante o uso consciente do cordão.
São definidas como deficiências ocultas aquelas que trazem um impedimento de longo prazo, de natureza mental, intelectual ou sensorial e que impossibilitam as pessoas de participarem de maneira plena e efetiva na sociedade quando em igualdade de condições com as demais.
Quais as doenças que podem usar o cordão girassol?
🌻 O colar decorado com essas flores é usado no mundo todo para identificar pessoas com doenças e deficiências ocultas, ou seja, que não podem ser identificadas à primeira vista. É o caso de deficiências auditivas, visuais, intelectuais, paralisia cerebral ou de pessoas que estão dentro do espectro autista, por exemplo.
Com o documento em mãos o autista tem prioridade no atendimento e o acesso a serviços públicos e privados, em especial nas áreas de saúde educação e assistência social, evitando constrangimentos e o acompanhamento de laudos para comprovação da condição, beneficiando o próprio beneficiário e seu acompanhante.
💙 O cordão tradicional simboliza a conscientização e o apoio à comunidade autista, enquanto o cordão de girassóis representa a acessibilidade invisível, como o autismo, e outros desafios não visíveis.
O cordão do Autismo é uma maneira simples de identificar o seu filho. Como o símbolo do autismo é reconhecido mundialmente, as pessoas saberão que seu filho precisa de uma atenção diferenciada. Possui trava de segurança que se rompe sob pressão, evitando dessa forma um acidente por sufocamento.
O Cordão Quebra Cabeça é o cordão de padrão internacional de identificação de pessoas com a deficiência TEA (Transtorno do Espectro Autista). Bem como é utilizado em aeroportos, supermercados, estabelecimentos que adotaram um padrão de auxilio a deficientes.
As deficiências ocultas são aquelas que podem não ser percebidas de imediato. É o caso da surdez, do autismo e das deficiências cognitivas, entre outras. A fita com desenhos de girassóis já é usada como símbolo para deficiências ocultas em vários países e em alguns municípios brasileiros.
Quem tem ansiedade pode usar o cordão de girassol?
Quem pode usar? Na lista, estão condições como transtorno do espectro autista (TEA), câncer, asma, transtorno de ansiedade, anosmia (perda do olfato), transtorno bipolar, epilepsia, fibrose cística, fibromialgia e esclerose múltipla.
Quem tem TDAH pode usar o cordão de quebra-cabeça?
O cordão será acompanhado por um crachá com informações úteis, sobre o portador e de seus responsáveis. O acessório de identificação pode ser usado por pessoas com transtorno do espectro autista (TEA), transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), deficiências cognitivas e auditivas.
Não há uma regra ou proibição específica para pessoas com TDAH utilizarem o cordão, porém essa regra ainda está em discussão. Existe um projeto de lei em andamento para incluir TDAH como deficiência para efeitos legais, o Projeto de Lei (2630/21).
Todas as pessoas que têm alguma doença ou transtorno não visível podem usar o cordão. Aderir ou não à sua utilização é uma escolha pessoal. Nos estados em que a regulamentação é uma realidade, o atendimento prioritário fica assegurado.
A solicitação do Colar Girassol deve ser feita pelo e-mail [email protected] ou agendamento realizado pelo telefone 3202-1911, após a emissão da carteirinha de identificação. Você poderá comprar o cordão de girassol na Amazon, Alma Azul, Mercado Livre ou em outros sites de sua preferência.
Quem tem depressão pode usar o cordão de girassol?
Pessoas que têm autismo, câncer, fibromialgia, reumatismo, diabetes, asma, deficiências cognitivas, intolerância à lactose, HIV, doença cardíaca, lúpus, depressão, baixa visão, dificuldades de aprendizado, TDAH, doença de Parkinson ou muitas outras condições podem optar por usar o cordão.
O uso do cordão de fita com desenhos de girassóis foi instituído por lei como símbolo nacional de identificação das pessoas com deficiências ocultas, aquelas que não podem ser observadas de imediato, como é o caso da surdez, Transtorno do Espectro Autista (TEA), algumas deficiências intelectuais, entre outras.