Segundo o magistrado sentenciante, o empregado não está obrigado a comparecer na empresa em dia destinado a folga, ainda que apenas para participar de reunião. Isso para não prejudicar os descansos legais, que devem ser respeitados pelo empregador.
Se for reunião facultativa, o empregado pode ou não comparecer a ela: caso não vá, ele não pode ser recriminado por isso; caso vá, por se tratar de uma escolha própria, a organização não é obrigada a lhe compensar pelo tempo que ficou reunião.
Você só é obrigado a entrar em um grupo de WhatsApp da empresa se isso estiver escrito no contrato de trabalho ou nas regras da empresa. Se não estiver, você não é obrigado a entrar no grupo nem a responder às mensagens.
Sou obrigado a participar de palestras na empresa?
A participação do empregado fora do horário normal de trabalho em cursos, palestras e reuniões ministradas pela empresa será considerada tempo à disposição do empregador dependendo do caráter compulsório ou facultativo de sua presença.
Sou obrigado a participar de algum treinamento na empresa?
Não existe norma que obrigue o empregador a pagar cursos de capacitação para seus empregados. Assim, descontar ou não o valor do curso de capacitação profissional dependerá da análise do caso concreto.
SOU OBRIGADO A PARTICIPAR DA CONFRATERNIZAÇÃO DA EMPRESA?
Sou obrigada a participar de treinamento fora do meu horário de trabalho?
Em resumo, a CLT estabelece que o deslocamento para treinamentos fora do horário de trabalho deve ser considerado como parte da jornada de trabalho, sendo remunerado e de responsabilidade do empregador fornecer transporte adequado.
Assim por força legal todo o empregado é obrigada a fazer qualquer serviço compatível com sua condição pessoal, sendo totalmente compatível ensinar um outro funcionário sobre determinada tarefa na empresa.
Segundo o magistrado sentenciante, o empregado não está obrigado a comparecer na empresa em dia destinado a folga, ainda que apenas para participar de reunião. Isso para não prejudicar os descansos legais, que devem ser respeitados pelo empregador.
Sou obrigado a participar de treinamento no dia da minha folga?
SOU OBRIGADO A IR EM TREINAMENTO NO MEU DIA DE FOLGA? O seu dia de folga deve ser respeitado, e os treinamentos aplicados em horário de expediente, entretanto, caso seja um treinamento realmente importante e você tenha que ir, esse dia precisa ser recompensado com outro dia de folga ou ser pago como hora extra.
exigir que a roupa, sapatos ou acessórios sejam novos; exigir como deve estar a capinha, película ou qualquer outro aspecto do celular ou outro material de uso pessoal do colaborador; constranger o funcionário que não estiver de acordo com o código de vestimenta.
Responder a uma mensagem do gestor ou da equipe após o expediente ou durante uma folga só se torna obrigatória se isso for especificado em seu contrato. "Se a mensagem for enviada em um sábado, por exemplo, não responda.
Sou obrigado a participar de grupo de WhatsApp do trabalho?
Lariane Pinto Del-Vecchio: Em algumas empresas, o WhatsApp é visto como ferramenta de trabalho. O empregado só é obrigado se for uma condição estabelecida pelas partes no contrato de trabalho. Roberto Recinella: O colaborador não tem obrigação de entrar no grupo e, caso entre, pode optar por não responder às mensagens.
O não comparecimento pode acarretar em uma condução coercitiva (levada à força a comparecer), a depender do motivo da intimação. A pessoa que não cumprir uma intimação pode, inclusive, responder por crime de desobediência à ordem judicial. Com isso, ela responderá a um processo criminal.
O que acontece se o funcionário se recusar a fazer hora extra?
Portanto, em teoria, o empregado tem o direito de recusar-se a fazer horas extras, desde que não haja um acordo prévio. Mas em havendo (e normalmente consta no contrato de trabalho), a recusa poderá ser considerada como ato de insubordinação, e consequentemente poderá ensejar punição, levando até mesmo à justa causa.
A empresa onde trabalho sempre nos concede emenda de feriados como folga, mas depois temos que "pagar" essas horas entrando mais cedo ou trabalhando até mais tarde. Mesmo aqueles que não desejam folgar são obrigados a tirar a folga e ficam devendo as horas para a empresa.
Como recusar convite de confraternização de empresa?
Seja gentil mas firme e honesta. Não demonstre hesitação, isso pode passar a impressão de que você esta em dúvida sobre a recusa. Se o convite foi feito pelo telefone fale imediatamente e de forma clara e assertiva.
De acordo com ela, não existe uma obrigatoriedade em torno desta decisão, mas sim a liberdade do funcionário de querer ir ou não ao evento da empresa em que trabalha.
Caso a empresa realize a confraternização no horário do trabalho e no momento do expediente, o cidadão é obrigado a comparecer. Neste caso, se ele não quiser ir ao evento, precisa avisar da decisão ao seu empregador com antecedência, como se fosse um dia de trabalho normal.
Sou obrigada a ficar na empresa depois do meu horário?
Respondendo: Sim, o empregado é obrigado a prestar horas extras para empresa, desde que esteja explícito em seu contrato de trabalho, CCT ou ACT, e desde que informado previamente pelo empregador.
O que acontece se eu me recusar a trabalhar na folga?
Se o empregador desrespeitar estas normas, o empregado poderá se recusar a trabalhar aos domingos e feriados, podendo, caso sofra alguma penalização, reclamar junto à Justiça do Trabalho.
O funcionário precisa assinar a advertência? Sim, ele deve assinar. Caso o colaborador se recuse a assinar a advertência, o empregador pode coletar a assinatura de duas testemunhas, que presenciaram a recusa do funcionário, para comprovar os atos descritos no documento.
Sou obrigado a fazer treinamento fora do meu horário de trabalho?
curso fora do horário de trabalho, são devidas horas extras. A justiça do trabalho entende que quando o empregado. faz um curso. treinamento e não está na jornada dele, ele está a disposição da empresa, portanto é um trabalho extraordinário.
De modo geral, qualquer alteração no contrato de trabalho pela empresa somente pode ocorrer se houver o consentimento do empregado e se a mudança não o prejudicar. Assim, o empregador não pode exigir do empregado atividades que não estejam relacionadas à função para a qual foi contratado.
Entende-se que os cursos de treinamento e capacitação, palestras, etc., têm por objetivo principal desenvolver o trabalhador no aspecto profissional, proporcionando condições para que a sua atividade seja desenvolvida com maior qualidade e produtividade.